quinta-feira, maio 16, 2013

Pequenas irritações do dia-a-dia: com ou sem gelo?

Quando somos crianças, uma das primeiras coisas que aprendemos são as sensações. Saímos do quentinho do útero da mamãe: frio. Mamãe de volta: quente. Comida quente, bebida fria.

Então crescemos. Crescemos e aprendemos que gelado irrita garganta, que muito quente queima a língua. Aprendemos leis da física, aprendemos química, aprendemos relações de causa e efeito - botar no fogo esquenta, botar gelo esfria. Nossa, já faz décadas que sei disso!!

Aí chego na lanchonete ou no restaurante e peço minha bebida sem gelo. E toda vez acho que o/a atendente acha que tenho cara de imbecil, porque sempre ouço a mesma pergunta:

- Tem certeza? Vai vir quente.

Maluco... se eu quisesse gelado, pedia pra botar gelo. Eu sei que sem gelo, não vem gelado... não é por isso que peço pra vir sem gelo? Caaaaara...

- Mas nem duas pedrinhas de gelo?

O copo com gelo virou padrão: a bebida sai do freezer fresquinha (não geladona, grazadeus), e alguém presume que eu quero acrescentar gelo. Não, obrigada. Não gosto. O dente dói, a garganta dói. E eu SEI que sem gelo vai vir na temperatura que eu quero...

E vocês? O que irrita vocês no dia-a-dia?

segunda-feira, maio 06, 2013

Dorgas pesadíssimas do tempo da vovó

Imagine que você é um cabeleireiro que tomou um chá de cogumelos que não bateu muito bem. Sabe como? Nem eu, nunca tomei e não sou cabeleireiro, mas depois de apreciar esses 8 minutos e 11 segundos, sei exatamente como é a sensação - e o sentimento de 'para que eu quero descer' só aumenta.

Apague a luz, coloque em tela cheia e sofra comigo:


https://www.youtube.com/watch?v=_Nq_lxZbHxI

Sei reconhecer um Burby Berkeley autêntico quando vejo, e sei apreciar sua arte (oh, se sei!), mas essa cena ultrapassa TODOS os meus limites de tolerância estética. A cena final de 'Entre a loura e a morena', grande clássico estrelado por Carmen Miranda e Alice Faye é, definitivamente, cafona. E assustadora. Assustadoramente cafona, mas toca meu coração, sério; eu gosto. Não sei explicar.

Só tenho medo de saber o que Busby Berkeley tomou quando concebeu isso.


sábado, abril 27, 2013

Sabedoria TomWaitsiana

"If you record the sound of bacon in a frying pan and play it back it sounds like the pops and cracks on an old 33 1/3 recording. Almost exactly like that. You could substitute it for that sound." -- Tom Waits, sábio, dando a dica.

quinta-feira, abril 25, 2013

Quando você sorri...

...o mundo todo sorri pra você!

Agora todo mundo cantando com a gente!



http://www.youtube.com/watch?v=unWvU5LT4gM

Lia Amancio e Cid Mesquita DETONANDO 'When you're smiling'. Porque a gente quer deixar seu dia mais feliz, de verdade.

terça-feira, abril 23, 2013

Todo mundo tem...

...aquele conhecido que quer desesperadamente se enturmar, e depois que consegue meio que caga pra turma a ponto de deixar os outros na mão.
...aquele colega que tem o poder de estragar o trabalho legal que você está desenvolvendo.
...aquele que entrou pela janela e que em vez de se esforçar pra crescer por seus próprios méritos, se acomoda - fatalmente nivelando a equipe por baixo.

Só constatando. Ainda bem que não trabalho com esses tipos. Mas cedo ou tarde, todo mundo convive com alguém assim. A sorte é que cedo ou tarde essas pessoas se auto-expulsam do ecossistema e vão procurar outra turma pra fazer cagada. Se você ainda não conhece alguém com essas características, cuidado: ele vai chegar.

terça-feira, abril 16, 2013

Cinemão na Penha (RJ)

Imagine um carro aparelhado para exibição de filmes nacionais, equipado com super projetor de imagem, telão, sistema de som, mega-fone, cadeiras e pipoqueira: esse é o Cinemão - Vículo de Ocupação Tática da Cultura.

A próxima sessão será no dia 21 de abril, domingo, às 19h, na Arena Carioca  Dicró. O projeto, que é apoiado pela ONU no Brasil, exibirá o longa-metragem "Onde a coruja dorme", dirigido por Marcia Derraik e Simplício Neto.

Na sequência, o projeto mediará um debate com a participação da equipe dos filmes e membros do Observatório de Favelas. Antes da sessão principal serão exibidos os premiados curtas documentais - "Angeli 24h"( dir. Elizabeth Formagini ) / "Silêncio" (dir. Alberto Bellezia e Cid César Augusto ) \ "Mãos de Outubro" (Vitor Souza Lima ).

Quem estiver por perto, dê um pulo lá. Programão imperdível.




segunda-feira, abril 15, 2013

Pug versus Spider

Com o advento do Youtube, a gente tende a achar que todo mundo vai gostar de qualquer coisa que a gente grava em vídeo e posta na internet. Eles estão certos: a gente realmente se amarra nuns vídeos muito tosqueira de gente fazendo nada, bicho fofo apenas sendo fofo e tals. Mas a gente se amarra muito mais quando tem edição e montagem bem feitas:


http://www.youtube.com/watch?v=vs_lALohIxo

domingo, abril 14, 2013

Pra vocês ficarem atentos: Rio Custom Festival foi a maior roubada

Cês sabem que nas poucas horas vagas, tenho uma banda, o Uisqueletos Extravaganza. E a gente toca POR AMOR (sério, todos temos outros empregos, por isso as poucas horas vagas. Tocamos música porque somos apaixonados pelo que fazemos). A gente ia pedir desculpas a quem foi ao Rio Custom Festival só para nos assistir, mas preferimos deixar que a (des)organização do evento fizesse isso. Cobrem deles, o nome da empresa está no rodapé do site do evento. Ah, quer saber? Pedimos desculpas, sim. Vocês são incríveis. Eles é se meteram a fazer um evento GIGA sem planejamento. Eles que se dizem empresa de comunicação e não sabem COMUNICAR ao público, aos expositores, à mídia, aos participantes do evento. A ideia do RioCustomFestival é realmente impressionante. O Rio de Janeiro estava mesmo precisando de um evento desses, sabe? Mas a maneira como foi feita...

Quando soubemos do evento, entramos em contato, achamos que seria legal tocar. Afinal, um evento de custom culture, tatuagens, pin-ups e dança burlesca é exatamente o que nós fazemos. Seria garantia de diversão para o público do evento. Mas os produtores só retornaram contato depois que viram a mobilização dos fãs e amigos no facebook querendo que a gente tocasse. Claro, cresceram o olho porque viram que a gente tinha mobilização. O que eles não entendem é que só chamar porque 120 pessoas confirmaram presença no evento não adianta: você PRECISA atender a essas 120 pessoas também. Porque você NÃO SABE quem são essas 120 pessoas. E se tiver alguém influente? E se tiver alguém que pode queimar o filme de vocês? E se...? Na dúvida, trate todos igualmente.

O produtor do Rio Custom Festival ligou e disse que gostaria que tocássemos. "Não podemos oferecer nada, mas oferecemos divulgação". Topamos, porque achamos legal que um evento com essas características acontecesse na cidade. A gente normalmente recebe alguma coisa pra tocar, que seja uma ajuda de custo de transporte. Mas a gente também toca DE PRESENTE pras pessoas que a gente ama, quando a gente quer, no meio da rua, porque achamos LINDO dar nossa arte pra quem precisa, porque ninguém sustenta nossa arte mesmo, então a gente faz quando quer. E, a bem da verdade, temos músicos experientes na banda, mas ESSA formação tem pouco tempo, tamos precisando de mídia mesmo. Nosso ÚNICO pedido era tocar à tarde, por volta das 17h. Somos oito e alguns de nós tinham outros compromissos. Como nos foi garantido que o horário seria esse, estava ok. "Errrr, André, só por curiosidade: vai ter um lanchinho pros músicos?" "Não se preocupe, o camarim estará forrado". Ahn-han.

O que aconteceu aí foi uma sequência de amadorismo. O resultado final foi bonito, bonito MESMO: para o público, que não sabe dos bastidores, tudo estava lindo. Pra uma agência que tem experiência em evento corporativo em saguão de hotel, tá até bom. Mas até dois dias antes do Rio Custom Festival, não se sabia nem se teria passagem de som. A que horas as bandas realmente tocariam. Pelamordedeus, você envolve mais de 10 grupos e não consegue montar UM cronograma? E, no dia, uma GRANDE falta de respeito da parte dos organizadores com os músicos que se dispuseram a tocar porque ACREDITAVAM na parada.

Pra começar, o cheiro de roubada estava no ar quando começaram a pipocar as mensagens de bandas e atrações do Rio Custom Festival CANCELANDO a participação, porque não apenas a (des)organização do evento não havia providenciado as condições mínimas para que os grupos de fora do Rio de Janeiro viessem, como NEM SE DIGNARAM A DAR SATISFAÇÃO. Dead Rocks e meninas do Burlesque Revaudeville, sentimos muito. Vamos armar algo juntos em breve! 

Chegamos lá com pelo menos uma hora de antecedência do nosso show - seríamos a quinta banda a tocar. Já estava TUDO atrasado e nosso show na hora em que poderíamos tocar foi pro cacete. Mas beleza, dá pra esperar, não dá? Dá, claro. Sem água (o tal 'camarim forrado' tinha água só até as 17h). Sem alguém que dissesse pra gente que o cronograma já tinha ido totalmente pro caralho, sem nenhuma comunicação ou informações objetivas a respeito. A gente ENTENDE que um evento deste porte tenha atrasos, especialmente se você é AMADOR e não consegue organizar um cronograma (o básico de produção) para que as coisas fluam decentemente.

Como resultado, às 21h30 nosso show não tinha acontecido ainda (CINCO HORAS DEPOIS). Tudo bem, gente. Ainda dá pra esperar. O que não dá é para FAVORECER AMIGUINHO e começar a passar outras bandas na frente, sem a menor explicação. Cara, ok, Jefferson Gonçalves e banda tinham que viajar. Beleza. Vão lá, os caras são chapas. Ok, o cara do Nikity Skynyrd sofreu um acidente e a banda TINHA que passar na nossa frente. HÃ? Tá, mas a gente toca DEPOIS deles, né? "Não, olha, vocês não me deixaram falar, mas a Black Dog Brasil está aqui desde as 14h, deixando um monte de gente passar na frente e..."

Aqui o line up do evento, ó, procês verem que esses caras são MENTIROSOS:




A partir daí já estávamos falando com outro produtor, que eu até ACHO que tem nome, mas não se dignou a se apresentar pra gente (sério. levamos um bom tempo pra DESCOBRIR quem era da produção) e soltou um "eu não vi o nome de vocês no jornal". Ah, vá pentear macacos, amigo. Primeiro porque o combinado (de boca, mas combinado - e não cumprido, aliás) é que vocês botassem o nome da gente no jornal. Aquela mídia lá em cima, sabe? QUE NÃO TEVE. Segundo que a real é que estamos em 2013 e um cara que PRIORIZA QUEM TEM NOME NO JORNAL só pode ser um cara que NÃO SABE EM QUE ANO ESTÁ. Sério. 

Agora virou bagunça, falta de respeito e amadorismo. Falta de respeito, sim, porque estamos lá nos dispondo a dar uma força pro evento tanto quando a Black Dog - com menos histórico, menos público, mas estamos (e suspeito que eles ainda estivessem ganhando pra isso, não estivessem lá *apenas* por amor à arte. Se alguém da Black Dog puder nos dizer, agradecemos. Nada pessoal com vocês, rapazes. Foi falha DA PRODUÇÃO deixar pra nos avisar da mudança cinco horas DEPOIS, e isso apenas porque fomos cobrar satisfações. vocês são gente boa e profissionais). Merecemos respeito, merecemos ser bem tratados, e não pedimos NADA além de um mínimo de rigor no horário. Tudo bem, atrasou pra todo mundo. Entendemos. Sentimos mesmo pelo acidente. Não é que a gente não esteja sensível a isso (embora a gente tenha certeza que, fosse um de nós, teríamos pedido desculpas e tocado meia noite, mas teríamos visitado o amigo na hora). O problema é que virou bagunça. Começar a passar gente na frente e a gente que se foda está errado. Muito errado. Na hora em que entubaram MAIS uma atração (e essa sem nenhuma justificativa plausível), vimos que não tinha, da parte deles, a menor vontade de respeitar alguém que não fosse da panela.

Consigo entender que tenha dado AQUELA vontade de botar a banda cover de Led Zeppelin logo depois da banda cover de Lynyrd Skynyrd assim, EM CIMA DA HORA, porque o público do local era majoritariamente o público de eventos de motocicleta. Eu também conheço esse público, não caí lá de pára-quedas, amigão. "Deu merda, gente, vamos correr com isso agora". Entendo. Não é porque eu tava com uma vitória régia na cabeça que vocês têm o direito me tomar por idiota. O que não entendo é vocês realmente FAZEREM ISSO. Eu também sou produtora, seus paspalhos. FORMADA. GRADUADA. PÓS GRADUADA EM COMUNICAÇÃO. EXPERIENTE NA ÁREA. E se tem UMA coisa que vocês não podem fazer é DESRESPEITAR O PÚBLICO. Tinha gente esperando MAIS DE CINCO HORAS, que PAGOU PELO EVENTO, e vocês realmente BOTARAM OS AMIGOS NA FRENTE. Vocês não podem desrespeitar as pessoas que vão lá participar NO AMOR, porque ACREDITAM em vocês. Vocês vetaram cobertura de IMPRENSA ESPECIALIZADA NO SEGMENTO QUE VOCÊS QUEREM ATINGIR porque 'teria a Globo lá' (nem pra fazer uma pesquisa rápida e ver que eles são parceiros do maior evento de custom culture de São Paulo? Sério que até EU conheço os caras e vocês não? Ou vetaram justamente por isso, porque não querem FAZER PARCERIAS?). Definitivamente, a tal empresa de comunicação não entende de COMUNICAÇÃO - nem souberam COMUNICAR a alguns dos expositores que o evento aconteceria em outro local, vejam vocês.

E nem para oferecer um cafezinho. O mínimo, quando você trabalha com produção e precisa realmente deixar pessoas esperando (e não falamos de nós, falamos de pessoas que PAGARAM pra nos assistir e saíram de suas casas em Niterói, em Jardim Sulacap), é oferecer um cafezinho. Até nisso a empresa de "comunicação" falhou. Espero, do fundo do coração, que fiquem sem cliente. Enquanto cantora mais ou menos, posso evitar, posso dizer pros amigos evitarem. Mas enquanto profissional de comunicação, agora na posição de alguém que CONTRATA agências, gostaria realmente de expressar meu desagravo a esses picaretas.

Um beijo no coração de vocês e BOM DOMINGO.


sábado, março 09, 2013

O mágico de Oz e a mágica do espetáculo


"Oz - Mágico e Poderoso" vale o ingresso. E o ingresso na sala 3D, ainda por cima.

Pra quem não sabe, o filme de Sam Raimi é uma prequel de 'O Mágico de Oz', que conta a história de como o ilusionista de circo Oscar Diggs vai parar na terra mágica de Oz, é tomado como o Mágico e ajuda o povo de Oz a restaurar a paz no reino, apesar de não passar de um escroque. Um visual estonteante; um 3D que prima pela profundidade de cena *e* pelo relevo, deixando algumas passagens muito mais interessantes; um roteiro decente, que deixa tudo amarrado para o que vimos no filme de 1939; (mais) uma homenagem ao cinema - o início em p&b, tal qual o filme original, não é APENAS uma distinção de cor para definir o que é Kansas e o que é Oz: é a resolução de tela, é o tom de interpretação dos atores, é uma homenagem ao cinema. E não é um musical - a única tentativa de número musical é imediatamente cortada, para nos fazer lembrar que esse é um filme de Sam Raimi, apesar de ser um filme para toda a família - e toda a família MESMO, pois homens, mulheres e crianças bem novas se divertiram na sala, sim, que eu vi.

* * *

Deixa tudo amarrado para o início de 'O Mágico de Oz', mas faltam, por exemplo, os sapatinhos de rubi. Ah, tá. Claro. Estúdios diferentes, direitos não liberados. Para um filme que deveria se prender ao livro de Frank L. Baum porque não pode usar referências ao bom e velho filme da MGM (hoje da Warner), até que vi muitos elos entre as duas produções. E os sapatinhos estão lá, na cor original do livro - sim, eles são prateados. E aparecem em close. Vê lá.

* * *

Decerto que a Disney já está pensando num segundo filme, porque tem umas pontinhas soltas: como Evanora vai parar na terra dos Munchkins (ela é morta logo no início do filme de 39, você sabe)? Como os sapatos passam da bruxa boa para a bruxa má? Como o macaco alado de roupinha de mensageiro passa para o lado das bruxas más? Vimos um leão com medo, vimos espantalhos, mas não tinha homem de lata algum. E se a menina de louça não está no filme de Victor Fleming, como ela morre entre um filme e outro? Se não estiver pensando numa continuação, espero que não se incomodem com as toneladas de fanfiction que vão surgir para explicar isso tudo.

* * *

Oscar Diggs queria ser Thomas Edison - não é spoiler algum dizer que sua magia advém de aparatos tecnológicos, jogos de luzes e projeções (se você nunca viu 'O Mágico de Oz', nasça de novo, sério). Mas a nerdalhada na sala sentiu falta do reconhecimento ao homem que fez todo o trabalho de Thomas Edison e não teve crédito: Nikola Tesla. Intencionalmente ou não, Tesla está lá (veja o trailer):



http://www.youtube.com/watch?v=DylgNj4YQVc

* * *

Não entendi muito bem o figurino da personagem da Mila Kunis de salto e calças justas de couro, mas todo o resto é incrível.

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No final das contas, fica o recado, amigos cineastas, produtores de eventos, artistas: ESPETÁCULO É MÁGICA. Basta acreditar. E organizar muito bem a produção, claro.

* * *
Deu vontade de rever não o filme com a Judy Garland, que - confesso - já tive minha cota, mas algo que vi na infância (sim, meu pai me levava pra ver uns filmes bem obscuros) e nunca mais revi: "O Mundo Fantástico de Oz", uma espécie de continuação da história distribuída pela Disney, com uma jovem Fairuza Balk no papel da Dorothy, que volta à terra mágica após ser resgatada de um hospital psiquátrico - e, mesmo em Oz, a garota - que passa o filme inteiro carregando uma galinha no colo - tem sua sanidade questionada. Lembra não? Pois eu lembro bem, fiquei ligeiramente traumatizada (a cena das cabeças da Mombi é punk pacas):


http://youtu.be/ipivUGVydMY

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"O Mágico Inesquecível", dirigido por Sidney Lumet, produzido pela Motown (!!!!!), com Diana Ross, Michael Jackson, Lena Horne e Richard Pryor também é digno de ser revisto. Será que tem nas internets?


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