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segunda-feira, junho 29, 2009

Desperta, Juanito!

Sabe aquela minha bata mexicana que eu adoro usar quando quero tirar uma onda de latina, hispânica e dramática?

...

Tá, você não sabe.

Enfim. A queridíssima Gabu, Gabut, Haroo ou como você queira chamar a queridíssima Gabu, numa joint venture com a Adriana, resolveu importar uns vestidos mexicanos coloridésimos, bordados e a uns preços bem honestos.

A mina de ouro fica em Mexdress.blogspot.com. Já encomendei o meu pretinho nada básico pra despertar a Thalia que existe em mim:



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Ah, ok, o garotinho juvenil veio aqui e achou esse papo de vestidinho a maior mulherzice, hã? Pois tem mexicanices pra ti também, Pacheco, porque Lounge ama os rapazes (mais até do que as moças, viu?): Mexicovers é um blog com o melhor do cancioneiro pop, romântico e rock'n'roll da terra do h1n1, tudo liberado para download. Muito Agustin Lara, Los Locos del Ritmo e Esquivel pra vocês!

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E o troféu de Melhor Drink do Ano vai para o Puebla Café, na Cobal do Humaitá, que me surpreendeu em apenas uma semana com uma caipirinha de morango com pimenta rosa, outra de morango, limão e tabasco e um drink usando a base do mojito (rum e água com gás), mas usando lima, capim-limão e maracujá.

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E nunca o slogan deste blog ("A vida é boa") foi tão verdade. Cada dia mais. Amo vocês, de coração.

sábado, junho 27, 2009

Michael Jackson morreu, mas fiquei com pena foi do Bonner

Todo mundo viu as imagens aéreas do hospital de Los Angeles. Todo mundo viu a retrospectiva da carreira de Michael Jackson, desde quando era um molequinho de cabelo black power cantando com os irmãos até o anúncio da turnê insana de 50 shows que começaria agora. Todo mundo leu no twitter 367 piadinhas sensacionais e todas diferentes umas da outras no espaço de tempo entre a notícia da entrada de Jacko no hospital até a confirmação de sua morte. Todos os djs do mundo andaram botando músicas de MJ nos seus setlists (só na festinha que fui 6a, ouvi umas seis músicas).

O que pouca gente viu foi William Bonner visivelmente transtornado (adiante até os 8 minutos e 22 segundos):



E teve o post completo de Lisa Marie Presley em seu blog no MySpace, né? Onde cai a ficha de que a filha do Rei do Rock era ex-mulher do Rei do Pop, e considerando as circunstâncias de ambas as mortes e a insistência da mulher em dizer que queria salvar Michael, tentou salvar Michael de todos os jeitos e insistiu em querer salvar Michael até a barra pesar pra ela, só tenho uma coisa a dizer: Lisa, Freud te explica.

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Last but not least, o Instant Michael Jackson virou um clássico com mais ou menos meia hora de vida na internet. Obrigada, Fred. AW!

quinta-feira, junho 25, 2009

My life would make a great musical movie

My friends have bands. I ballroom dance frequently. I'm a karaoke singer (haha). I write about music. If it was not a musical, you bet my life would have an awesome soundtrack.

segunda-feira, junho 22, 2009

Grandes xavecos da história do cinema pt 01



Elvis Presley e Ann-Margret fazendo a dança do acasalamento em 'Viva Las Vegas'.

Rapazes, aprendam: assim se conquista uma dama. Reparem como Ann-Margret fica possuída com os encantos do jovem de Tupelo, Mississipi.

quinta-feira, junho 11, 2009

Namoro, casamento e afins

A julgar pelas minhas companhias mais recentes/atuais, meu sonho da família própria ainda deve demorar mais um pouquinho - o ceticismo da casa dos 30 me impede de acreditar naqueles romances cinematográficos que, em duas semanas, terminam no altar (ou com a intenção disso).

De qualquer forma, casamento tem sido a palavra recorrente na família, de várias partes da família, inclusive, nos últimos tempos. Já tou ficando expert em casamentos alheios.

Como não espero ser surpreendida pelo futuro pai dos meus filhos tão cedo, fica a dica para as mocinhas casadoiras de agora: os melhores bem-casados que já comi EVER são da Dauira, de Niterói. Telefones: 21-2722-7330, 21-9999-1506 e 21-2710-9540. E olha que eu nem conheço a Dauira, mas achei de bom tom recomendar aqui: cuidadosamente embalados para não amassar, fofinhos, macios e recheio cremoso. Delicinha.

Noivas, fica a dica.

(em tempos de combo Dia dos Namorados / Santo Antônio no dia seguinte, nada mais apropriado)

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Agora, se você, amiga, já tiver superado a fase do 'amigo especial' - mas ainda precisa de uns ajustes até pensar em casamento - vale assistir a esses vídeos que ensinam como reconhecer o problema do seu garoto e, na sequência, como adestrar o moço direitinho. Afinal, se oferecer pra ajudar a lavar a louça, arrumar a cama enquanto você prepara o café da manhã e esquecer da mãe dele quando estiver contigo são coisas quase tão fundamentais como te amar.

(rapazes não estão livres de rir desses vídeos. sério. diversão garantida para toda a família)

domingo, junho 07, 2009

Wilson Simonal Facts

Só me interessei por conhecer a obra de Wilson Simonal há uns seis anos atrás. Pusta cantor - porque Chico Buarque é o rei da mulherada, Roberto é o Rei e não se fala mais nisso, mas todos eles parecem meio fanhos perto de Wilson Simonal. E, das grandes vozes da música brasileira, ninguém foi tão popular quanto ele. Pra não falar da onda gostosa das suas músicas. Swing era seu nome do meio. SÉRIO.

Simonal era o Paul Stanley brasileiro: 40 mil pessoas no Maracanãzinho NA MÃO do cara. Sabe a hora do open mic pra galera? A platéia cantava, ele saía do palco pra tomar um cafezinho, voltava e o povo lá, curtindo a presença dele até quando não estava presente. O sujeito tinha a manha. E claro que eu só fui saber disso depois que vi "Simonal - Ninguém sabe o duro que dei", assim como várias outras lendas que cercavam o sujeito (como a que envolve um quase-cargo de jogador na seleção de 70).

O trabalho de documentário de Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal é primoroso - afinal, não estamos falando de qualquer um: estamos falando de um sujeito que chegou a ser o cantor mais popular do Brasil e, de uma hora pra outra, numa história extremamente mal contada, sumiu dos palcos e da mídia. Assim. Puf. E o documentário vai lá e investiga: o que rolou, exatamente, para apagarem a maior voz brasileira dos anos 60/70 do mapa musical? Era verdade mesmo? Por que ninguém defendeu? E eu não vou te contar aqui a história toda: quero que você veja esse videozinho e levante correndo pra ir ao cinema enquanto "Simonal - Ninguém sabe o duro que dei" não sai de cartaz:



Se você não aproveitar nada da aula de documentário nem da aula de carisma do objeto da investigação, volta aqui e me dá um pescotapa.

Beijos e boa semana,
L.
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