Este site está em novo endereço: visite www.liaamancio.com.br para novidades e updates!

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Jason Segel está facinho (mas eu não)

Agora sou uma mulher comprometida. Comprometidíssima, aliás. Depois de anos quebrando a cara com os caras errados, fez-se a luz:
a) eu precisava mesmo passar o tempo enquanto C. não aparecia na minha vida;
e b) eles tinham mesmo que ser os caras errados. E tinham mesmo que ir embora. Senão não teria como C. entrar.

OMG! He proposed!

O que faz todos os sites de autoajuda fazerem sentido: você precisa MESMO desapegar das coisas velhas que não servem mais, senão não abre espaço para as coisas novas. Tou sentindo os efeitos disso na prática, olha só.

* * *

No começo do namoro, cheguei a dizer para C. não se preocupar, que o único homem que abala minhas estruturas está na Califórnia e atende pelo nome de Jason Segel.

Jason 'Nick Andopolis' Segel.
Jason 'Peter Bretter' Segel.
Jason 'Eric, o ex-namorado psycho' Segel.

Pois sabe que nem Jason Segel me abala mais?

* * *

Mas que ele merece um post só pra ele, merece: depois de tornar uma canção sua um clássico e arrancar risadas até agora por causa disso; depois de virar roteirista do próximo filme dos Muppets graças ao número musical do Drácula... parece que o sujeito resolveu assumir seu lado músico/humorista.

E foi assim que Jason Segel foi visto num show do Maroon 5 e, dias depois, do Swell Season, cantando uma música de sua autoria:



Sente a letra:

It don't take long for this old man to form a habit
and I know some of the things I do, they just ain't right

So tell me would it be wrong
for me to use my celebrity status (- - - - - - - - - - - -> eu ri)
to make love to a Swell Season fan tonight

1-315-329-6673
But only call it if you need me [3x]

Now I know you're charmed by my lovely on screen persona (- - - - - - - - - - - -> eu ri de novo)
yes sweet and humble that's been my carreer

But wouldn't it be a shame
for you to miss this one time offer
to make love to Jason Segel this year

Please don't be scared if you've got bicurious feelings
I promise baby I won't ever tell

Bring your lesbian friend
to my swanky Los Angeles mansion
those who say that three is a crowd, they can go to hell

Remember when I was in that show
Freaks and Geeks
Well there were no special effects
No, no special effects
So if you thought I was sweet, well yeah I'm really that sweet

Remember when I showed my penis in
Forgetting Sarah Marshall
Well there were no special effects (- - - - - - - - - - - -> a plateia foi ao delírio)
No, no special effects
So if you liked what you saw
well that's exactly what I'm working with

1-315-329-6673
But only call it if you need me
315-329-6673
But only call if you're disease free (- - - - - - - - - - - -> eu ri. vou pro inferno?)
315-329-6673
But only call it if you need me

Remember when I showed my penis in
Forgetting Sarah Marshall
Well there were no special effects
No, no special effects
So if you thought it was small
if you thought it was small
well then your boyfriend
is probably
not white.


* * *

Po, Jason. Agora eu tenho dono. Mas fica o recado pra mulherada, então. Porque Lounge quer fazer você feliz.

quinta-feira, dezembro 24, 2009

Natal é...

...Natal é época de dar alegria para as pessoas!



Eu disse ALEGRIA!!!

Feliz Natal pra quem é de Natal, feliz Chanukah pra querm é de Chanukah, e feliz aniversário pra quem nasceu nessa época do ano e ganha só um presente...

quarta-feira, dezembro 23, 2009

Backstreet's back, alright!

Muito estudo, projeto, trabalho e o início de algo tão bom que... bem, foram mais de dois meses sem dar as caras por aqui. Mas agora é oficial: Lounge está de volta. E a vida é boa. É bela. E tá quente pra caramba nessa cidade.

2009 tá acabando. Facebook bombou com máfia, bichinhos virtuais e restaurantes. 'The Wrestler' não ganhou o Oscar, vi o Kiss tocando ao vivo, voltei para a Poplist, virei fã de 'Freaks and Geeks', dancei muito lindy hop, forró, bolero e samba de gafieira, descobri o bambolê e, na metade do segundo tempo, conheci O CARA e arrumei O EMPREGO. Tudo no mesmo dia. Faz parte de saber exatamente o que você quer da vida - e eu sei que é isso o que eu quero. E muitas coisas legais vêm acontecendo ultimamente.

Então, amigos, fiquem com Animal, o melhor baterista do mundo:



E como só um pouco de Animal não é suficiente, mais uma rodada de Animal pra galëre:



É muita testosterona, minha gente!

* * *

Pra terminar, um pouco de inspiração visual multicor procês:

http://www.fuelyourcreativity.com/inspiration-in-spectrum-the-fyc-edition/

Beijocas e bom natal pra quem é de natal. Vou ali fazer uns cheesecakes (nham! nham! nham!) e já volto!

terça-feira, outubro 20, 2009

Separados no nascimento...

...ou melhor, na caracterização:

Miranda num filme inglês

Mas não é? Toda vez que eu vejo o Philip Seymour Hoffman no material de divulgação de 'Pirate Radio' (no original, 'The Boat that Rocked' - a tradução do título do inglês pro inglês até que foi bem adequada...), acho que é o Miranda:

sexta-feira, outubro 16, 2009

Atendemos aqui, hein?

Gente, quem chegou aqui por acaso (provavelmente pela foto no Hooping.org), queria avisar que atendemos aqui, ó:

http://verbeat.org/blogs/lounge/

:)

segunda-feira, outubro 12, 2009

O arroz como tradição oral

Na vida, aprendemos centenas de lições eternizadas em livros, verdade, mas perpetuadas principalmente pela tradição oral: afinal, naqueles poucos anos de vida antes de aprendermos a ler, ouvimos histórias suficientes para formar nossos repertórios de medos, de ética, de bom comportamento. Da loira do banheiro à única forma realmente eficaz de cometer suicídio (manga com leite, ué! Não sabia?), as tradições orais estão aí para nos orientar sempre pelo bom caminho, seja em forma de lendas urbanas, trechos da Bíblia ou clássicos da literatura infanto-juvenil.

* * *

Estava viajando nisso hoje, enquanto fazia um arroz gostoso e soltinho, que obviamente não aprendi em nenhum livro de receitas, mas seguindo a tradição oral familiar. Algumas particularidades que tornam um arroz diferente do outro, arroz perfeito é tradição oral - e ai de quem pular uma etapa, botar mais água ou esquecer de lavar ou refogar! As consequências serão terríveis! Sempre lembro de algum amigo dizendo que não sabe fazer arroz decentemente. Este, decerto, não seguiu à risca as orientações da mãe!

...e não, não acho digno da minha parte perpetuar a narrativa do arroz perfeito aqui, num BLOG. Suas mães, tias e avós certamente sabem muito melhor do que eu como contar a melhor maneira de fazer um arroz perfeito - receita provavelmente acompanhada de alguma história deliciosa de como seu avô foi conquistado pelo estômago ou da primeira panela de sua vida. Perpetuem a tradição. Aprendam com alguém de confiança e ensinem a seus filhos quando eles saírem de casa - é uma lição tão inesquecível quanto, sei lá, aquela em que não adianta fugir do seu destino ou aquela outra que diz que não se deve roubar rabanetes alheios. Acredite.

segunda-feira, setembro 28, 2009

Aos 45min do 2º tempo, saiu o melhor disco de rock da década

A primeira década do século XXI se aproxima do fim. Difícil uma banda de rock não reciclar algo que já foi feito antes. E mesmo quando se trata de algo novo, quase original, falta consistência, tesão, atitude - no sentido de "ei, isso é rock'n'roll. Como assim vocês não se divertiram fazendo esse disco?"

Precisou que uns tiozões tivessem a coragem de fazer o disco que nenhuma das bandas cujos integrantes têm, de idade, pelo menos dez anos a menos do que eles têm de carreira. Mas é oficial: o Disco de Rock desta década acaba de vazar na internet e se chama 'Sonic Boom'.

Sim, eu adoro o Kiss. Não, eles não são minha banda favorita. Minha comoção é mesmo por 'Sonic Boom' ser O Disco de Rock Perfeito, redondinho, canalha, safado e picareta, como todo bom disco de rock deveria ser.

Não que 'Sonic Boom' comece fraco. 'Modern Day Delilah' é um hard rock sarapa, típico de uma banda com quase 40 anos de estrada. Boa música, mas não emociona, você pensa 'ahn, ok, os caras estão velhos. Dá um desconto'. 'Russian Roulette' dá uma sensação parecida, mas você percebe que aí tem. A coisa começa a esquentar. Então entra 'Never Enough'.


(alguém aí me avisa se tirarem o áudio desse vídeo? grata!)

Bicho, FODEU A MARIOLA. 'Never Enough' é, definitivamente, um hit. É a nova 'Plaster Caster'. Que riffs! Que refrão! Que conjunto da obra! Sim, parece algo que você já ouviu anteriormente: é bom que se lembre, 'Sonic Boom' é um disco do Kiss, e OBVIAMENTE soa como Kiss. Sabiamente, a nova turma de Gene e Paul não tem a menor intenção de reinventar a roda ou fazer algo novo. Subverter? Fazer um disco sem guitarras? Experimentar? Inovar? Pra quê? Esses caras reinam absolutos no que fazem, caramba! Nesse disco, o Kiss faz o que sabe fazer melhor: músicas como 'Yes I know (nobody's perfect)':



Bateria. Riff de guitarra. O riff te cativa, a base entra, o baixo te pega de jeito e Gene te manda tirar a roupa porque ninguém é perfeito mesmo. MEU DEUS. Quando foi a última vez que isso aconteceu num disco de rock? Cadê a safadeza crua e direta? O que eu tou vendo é um bando de moleque cheio de vergonha na cara, parece que estão devendo algo a alguém. Todo mundo muito bem comportado. Aí vem o Kiss e faz isso, sem um pingo de vergonha na cara. E emenda com 'Stand'.


(ME ABANA!!!!!! tou passando mal de emoção!!)

Ok, mais um hit. Não. 'Stand' é *O* hit. Uma linda mensagem de amor e amizade (estarei sempre do seu lado, você sempre terá um amigo), um dueto Gene Simmons e Paul Stanley, um refrão singalong com gritinhos ("when you NEED me!"), mudanças na melodia no meio da música para preparar para os 3min da música.

Chegou nos 3:00?

Sim.

Eles fizeram isso. Eles tiveram a audácia de fazer isso. O dedilhadinho. As três vozes pianinho. A volta à la 'God Gave rock'n'roll to you', a narração frenética de Gene. Can you feel it? Fiquei arrepiada aqui, nunca vi ninguém com menos de 40 anos fazer um negócio desses. O disco podia até terminar, depois dessa - mas não! Não! Mais uma rodada de hits pra galëre!!

Depois de 'Stand', 'Hot and Cold' parece até ser menos genial...



...mas não!! Não! Ela é um rock'n'roll básico e sem firulas que te prepara para o PETARDO seguinte! E eu duvido que você não fique com o refrão de 'All for the glory' por dias na cabeça:



E eu aqui pensando 'Chega, Gene Simmons! Tá bom, Paul Stanley! Já podem tirar de dentro!!!!!!!', mas nããããããoooooo!!! 'Danger us' ESTUPRA na sequência, é seguida por 'I'm an animal' (e você lá, meio sem acreditar que eles realmente estão fazendo isso, é muita coragem! Muita audácia) e então vem 'When Lightning Strikes' com seu cowbell VIOLENTO durante os primeiros 50 segundos da música:



COWBELL VIOLENTO, MINHA GENTE!!!

Então DEPOIS de 'Say yeah' você descansa, pede uma água, acende um cigarro (pra quem é de cigarro) e reflete sobre o que acabou de acontecer. Coloca novamente o disco pra rodar (eu sou velha, po. Na minha época, disco ainda rodava) e se arrepia novamente com a prova de que o Kiss ainda reina absoluto - numa época em que álbuns são lançados, você ouve quatro ou cinco músicas compulsivamente e ignora as outras, é inacreditável e inadmissível que ninguém tenha feito um disco tão cheio de HITS PERFEITOS do início ao fim - e daí que é picaretagem pura? E daí que 'Sonic Boom' tem todos os grandes clichês do rock'n'roll? Isso só faz ser mais perfeito, mais redondo, mais representativo do gênero. E lá vou eu pra mais uma rodada de 'Sonic Boom'. O melhor disco de rock da década.

terça-feira, setembro 15, 2009

I love coffee, I love tea...

A cafeína é um poderoso estimulante, a produtividade aumenta, as horas acordado também, mas a longo prazo se entupir de café pode ser altamente nocivo à saúde. Afinal, todos precisamos repor as energias, sono de qualidade e umas canecas de chá de camomila no final do dia, pra relaxar depois das doses cavalares de chá verde durante o expediente.

A galera do SpringWise já sacou isso e dedicou dois posts recentes aos drinks capazes de fazer a mais elétrica das criaturas dormir como um anjinho. E nem é papo para vaca dormir: a Slow Cow (cuja vaquinha dá uma provocada de leve no RedBull), por exemplo, tem L-Teanina, um aminoácido encontrado - pasmem! - no chá verde. A alegria e felicidade do ser humano é completa com os já conhecidos camomila, maracujá, valeriana, tília, lúpulus (que pertence à família das canabináceas, veja você!) e uns suplementinhos aí. A ideia da vaca lenta é relaxar sem dar sono, à base de fitoterápicos bem poderosos. Issaí. Sem receita.

É o mesmo princípio da Mary Jane's, uma soda não apenas relaxante, mas antidepressiva: seu componente ativo é a kava-kava. E a kava-kava é, sem exagero, uma espécie de prozac tarja-branca. Mais uma dose de açúcar mascavo e maracujá e voilà - seus problemas de ansiedade acabaram.

Valeu, SpringWise.

E, galera, slow down.

* * *

Claro, façam o que eu digo, não o que eu faço. Eu passo o dia tomando umas canecas de chá e café e fico assim:



E olha que as Puppini Sisters ainda fizeram uma versão tão bonitinha de 'Java Jive', provavelmente pra tentar glamourizar o vício...



...mas o lance é o CORNHOLIO mesmo. E ainda estão dizendo que, se você exagera na dose, pode ver e ouvir coisas.

Agora tudo se explica...

domingo, setembro 06, 2009

sexta-feira, setembro 04, 2009

E se High School Musical tivesse roteiro de Larry Clark?

O resultado seria 'O Despertar da Primavera', que está em cartaz no Teatro Villa Lobos, aqui no Rio de Janeiro.

Uma pena que, pelos assuntos cabulosíssimos abordados na peça, 'O Despertar da Primavera' não seja indicado para a mesma faixa etária do público-alvo de 'High School Musical'. O pessoal que curte ver aquelas meninas quicando precisa, um dia, ter contato com o texto de Frank Wedekind (nessa adaptação, uma espécie de High School Musical, aliás, já que retrata um grupo de adolescentes já na época dos exames finais, entre canções e coreografias). Mas se passa na Alemanha, em 1891 - quando a peça foi escrita. E trata de uns assuntos que até eu fiquei meio tensa.

Sim, adolescentes são cheios de hormônios em qualquer época ou local. Mas os alemães do século retrasado precisavam lidar com pais muito mais repressores do que os de hoje em dia. Melchior, o protagonista, lê Goethe e se assume ateu numa sociedade bem religiosa (provavelmente luterana, não fica claro), mas, fora isso, e aí reside a diferença entre 'O Despertar da Primavera' e o musical de adolescentes dos anos 2000, os alemães do século retrasado são retratados fazendo tudo o que os jovens de hoje ainda fazem, porque adolescente é cheio de hormônio em qualquer época ou local: eles trepam, fumam, bebem absinto, se suicidam, engravidam, abortam, se masturbam, se assumem gays, cabulam aula, são abusados de várias formas pelos pais (numa sequência deveras perturbadora pra um musical) e falam palavrão - todas as coisas que a Disney jamais colocaria num filme. Lembrei daquele filme do Larry Clark, só que os jovens daquela época eram muito mais bem vestidos.

Aliás, que figurino. Que produção. Os musicais da Franquia Möeller & Botelho já viraram sinônimo de 'São corny, ok, faz parte do negócio dos musicais, mas por isso mesmo são sucesso garantido. E tem a produção esmerada'. Pra você ter uma ideia, não conhecia a história e ainda perdi o começo da peça. Deixa eu me situar: nomes em alemão. Check. Figurinos remetem ao final do século retrasado. Check. Vocês não me enganam, estudei arte na escola, na faculdade e trabalhei com produção de arte pra tv: o olho pra reconhecer épocas (retratadas *e* de produção, já que cabelos e biotipos mudam) fica cada vez mais treinado - mas isso só é possível quando a ambientação realmente remete à época. 'O Despertar'... passou nesse quesito com louvor.

O combo 'cenografia + iluminação' é outro capítulo à parte: um mínimo de elementos e um máximo de informações passadas e ambientações perfeitas. A arquitetura e acústica do Villa Lobos favorecem, mas... cenógrafo, iluminador e equipe estão de parabéns.

Já as letras das músicas... ok, vamos dar todos os descontos possíveis: é um texto alemão do século retrasado sobre sexo, drogas, rock'n'roll e rebeldia adolescente, ou seja lá o que isso queria dizer na época, adaptado para um musical da Broadway e, por fim, traduzido para o português numa adaptação dos mesmos caras que fizeram o musical sobre Burt Bacharach. Descontos dados, corram para o teatro, corram.

* * *

A mocinha da peça tem dezetantos anos e, por causa de sua criação religiosa no século retrasado, não sabe como são feitos os bebês. Curiosamente, a geração atual de adolescentes web-safe, com acesso à informação e diálogo muito mais aberto com os pais, continua não sabendo (o pessoal continua engravidando antes de arrumar emprego, até onde sei). E, aparentemente, os adolescentes descerebrados retratados em filmes, séries e livros de hoje em dia parecem saber menos ainda - e não dá nem pra culpar a criação repressora e a sociedade disciplinar de antigamente...

* * *


Quem estiver no Rio de Janeiro, assista. Quando a peça estiver na sua cidade, também. Tem informações detalhadas no site - que, aliás, faz o dever de casa bem direitinho também, com link para vídeos no Youtube, Twitter e o site de Möeller e Botelho, excelente fonte de informações sobre esta e outras produções da dupla.

* * *

O passeio ontem foi registrado pelo Victor Pencak e pelo Bruno Pimentel, da Agência Frog, responsáveis pela excursão nerd, aqui.
Se você gostou do que leu aqui, talvez goste de saber que agora estou em liaamancio.com.br.
Está interessado em e-books para seu desenvolvimento pessoal? Clique aqui.
Quer conhecer mais sobre óleos essenciais? Clique aqui.
Se quiser contratar serviços de marketing e comunicação, acesse www.lounge42.com.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...