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sábado, outubro 02, 2004

..só pra não deixar isso aqui às moscas, já que não devo ter tempo nem saco pra escrever no blog durante o fim de semana (sabe como é, visitar família, rever amigas de infância, exercer meu dever cívico..).
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Não que não tenha tido assunto durante a semana, mas não achei que valesse a pena jogar aqui - mesmo tendo visto mais um filme genial, sobre o qual certamente há muitas coisas interessantes a serem ditas, como a quase ausência de mulheres na sessão (seria por que a única personagem feminina do filme fala pouco e apanha? Mas só o Clint Eastwood, perfeito aos 36 anos, deveria ser suficiente pra levar as moças em peso ao cinema!) ou o papel da música como claque (o tema arrepiante sempre entra depois de algum gracejo - e, claro, antes da ação).


Eu cavo pra você, chuchu!


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Acontece que não tenho mais paciência para dissertar sobre temas, por mais interessantes que sejam - e o que teve de coisas que só interessam a mim mesma não tá no gibi.
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Aí a gente entra no papo das mulheres em crise aos 20-e-muitos-,-30-anos, que resolvem escrever como forma de terapia, "exorcizar demônios" ou o que quer que motive as pessoas a escreverem sobre si mesmas - o problema é que elas não apenas publicam como sempre tem mané que lê e adora a forma coloquial como as pessoas falam de si mesmas, aí acha que pode sair escrevendo (porque afinal qualquer mulher em crise consegue escrever coisas 'do fundo da alma', não é mesmo?) e - surpresa - escreve sobre si mesmo, ainda que disfarçado de um ou outro personagem pitoresco - e nessa nada evolui.
(propaganda sutil: leia Arnaldo Branco esculachando Fernanda Young. Leia Arnaldo Branco esculachando Fernanda Young)
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E, bicho, acabei de fechar mais um livro do Jorge Luis Borges e abrir um do James Joyce, saca? Não dá mais pra achar que literatura-de-blog é legal. Não consigo acreditar que as pessoas realmente gostem de ler coisas que só dizem respeito a quem escreve ("meu umbigo tem flunfa", "meu umbigo é saltado pra fora", "meu umbigo trancou a faculdade", "meu umbigo está em crise existencial", "meus amigos abandonaram meu umbigo"), por isso ainda me esforço pra fazer recomendações de coisas que podem interessar, como filmes, livros ou discos.
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Porra, bem lembrado, tenho me esforçado pouco:
- Vou deixar pra recomendar o cd do Canastra ("Traz a pessoa amada em 3 dias") quando o próximo número do Tarja Preta, jornal/revista/zine batuta do Matias Maxx (aquele moleque que se metia no meio de qualquer show em 98 pra tirar fotos, e batia com o carro em algum poste parado toda semana, na mesma época, e de repente virou caléga do Manu Chao). Na verdade, recomendo o cd desde já (e, de quebra, o Tarja Preta), mas como deve sair uma resenhazinha minha do disco no próximo número, vou manter o suspense por aqui.
- Enquanto isso, fiquem com o Nervoso, que já passou pelo Beach Lizards, Acabou La Tequila, Matanza e Autoramas. Nervoso (que combina cada vez menos com seu nome artístico), agora em carreira solo, acaba de lançar o gostosíssimo "Saudade das minhas lembranças", um longplay recheado de róques românticos para enlouquecer mocinhas em programas de auditório - se programas de auditório tocassem música boa, é claro. Quase um Tom Waits com sotaque carioca, quase um Lupicínio Rodrigues, se este fosse chegado numa guitara distorcida.
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Você queria jabá? Você TEM jabá: os dois discos podem ser encontrados com o Rodrigo Lariú, em shows ou no site do Midsummer Madness, aquele zine bacana que virou selo e hoje distribui umas coisas muito interessantes - te garanto que mesmo que você torça o nariz pro termo 'indie' (o mais associado ao Midsummer Madness, por motivos óbvios), vale muito a pena vasculhar o catálogo do selo do Lariú, que até pouco tempo atrás tinha até disco do Sapatos Bicolores - tudo, é claro, por aquele precinho camarada que só os discos independentes fazem pra você.

terça-feira, setembro 28, 2004

É o fim dos anos 70, é o fim do século (ainda Festival do Rio BR)
Não há o que comentar sobre o filme de hoje. Simples assim. Tão simples quanto tocar 'The K.K.K. Took My Baby Away'. Assim.
Mais trabalho. Mais festival de cinema. Mais shows bons. Dormir que é bom, necas

O filme que consegui ver domingo, "Investigação sobre o mundo invisível", é um documentário paradão sobre as crenças dos islandeses em toda sorte de seres imaginários - eu disse crença? Bem, eles afirmam VER coisas. Deve ser realmente alucinante viver num país frio pra dedéu, onde a natureza permanece intocada e onde as crenças não foram abaladas pelo pensamento católico ocidental - até eu veria gnomos numa situação dessas. Pensando bem, não estou longe disso. O mais surreal são os depoimentos de autoridades políticas afirmando que não vêem elfos mas respeitam suas moradias na hora de construir estradas e o do pesquisador de fractais chamado Ananda (!!!), que fala de ciência como se fosse um guru new age. Freak pacas.
Gostaria de ter visto outros, mas lá fui eu enfiar a cara nas 300 páginas de resumos da Semana de Extensão de uma conhecida universidade federal, que merecia um spam daqueles de "erros de português", "respostas bisonhas em vestibulares", de tantos absurdos que nego escreve.
À noite, pra descansar a vista, showzim do Canastra e exposição emocionante de zines, com cada coisa do arco da velha levada pelo Lariú. É que eu passei por isso, tive zine impresso, troquei zines pelo correio, e me surpreendi com coisas lin-das como uma edição da Panacea ainda em xerox, fininha (a que eu tenho em xerox já estava gorda e cheia de anúncios, prenúncio da revista que eles virariam logo).
Sobre o Canastra, aguardem a próxima edição do zine Tarja Preta. E vão aos shows, pô. Você mora no Rio? Essa terça tem Canastra no Sérgio Porto, e é uma bela chance de quem perdeu o show de domingo conferir como a banda é foda.
* * *
E o filme de hoje foi "De-Lovely", biografia musicada de Cole Porter, e tudo parece pequeno depois dessas duas horas e meia.
Você conhece Cole Porter, certo? Já ouviu suas melodias e leu suas letras, não é? Não, a 'cover do U2' não vale, é pra ouvir com cantores de jazz ou atores de musicais (embora eu admita que meu primeiro contato com ele foi mesmo o 'Red Hot & Blue', aquele tributinho fantástico que leva de Tom Waits a Les Negresses Vertes, passando por David Byrne e Iggy Pop). E aí, ouviu? Soulseek. Google. Vai lá, eu espero você voltar.
* * *
O filme é um romance musical sobre um compositor foda de musicais e a grande mulher por trás dele. A história fica menos clichê quando o compositor é ninguém menos que o sujeito que escreveu "All of you", "Let's Do It", "Night and Day" e várias das músicas mais lindas da história da música popular norte-americana. Menos clichê ainda quando o romance tem algo de não convencional. Mais foda ainda quando gente como Robbie Williams, Elvis Costello e Diana Krall, a insípida da Alanis Morissette - que só precisava mesmo de uma música boa no repertório pra ganhar algum respeito, ela ficou excelente no filme, sério - e um irreconhecível Mick Hucknall emprestam suas vozes às músicas do mestre. Pra tornar tudo mais perfeito, Kevin Kline e Ashley Judd estão sensacionais (tou sentindo cheiro de 'Academy Award Nominated' aí), também soltam suas vozes e fazem muito bonito.
É claro que se você não é um entusiasta de musicais e de todo esse universo cinema-espetáculo-tudo-é-fake e não tem nenhuma ligação emocional-neurótica com a música de Cole Porter, periga achar o filme muito mais ou menos, então nem recomendo. Mas eu vou ver de novo quando entrar em circuito, e de novo, de novo, até encher o saco e parar de chorar.

sábado, setembro 25, 2004

Replicantes, oncinhas amigas, róque farofa anos 80 e doses cavalares de cafeína pra agüentar o tranco de oito horas ininterruptas de trabalho, algumas horas de ônibus e pouquíssimas horas de sono. De pitoresco, uma cena muito bizarra no caminho para o Teatro Odisséia, envolvendo um travesti, uma microssaia e um falo gigante pra fora, com Renata e Naná de testemunhas. Nada muito traumatizante, acho.
Então hoje, no meu primeiro dia de Festival do Rio BR, fui ver 'Haack - the king of techno', que de techno bate-estaca não tem nada, puta subtítulo pra pegar moderninhos que acham que o mundo começou quando a cena rave nasceu; imagine Bruce Haack como o vô do Kraftwerk. Mais ou menos isso aí.
Pra quem não conhece, Bruce Haack era um freak que já no comecinho dos anos 60 fazia música com sintetizadores - ou 'música eletrônica', como preferir. O maluco construía uns computadores que liberavam os samples ativados por palmas, theremins humanos com a ajuda de eletrodos, e fazia música para crianças - parece que em 2003 rolou um tributo a ele em prol das crianças autistas, com gente como Money Mark e Mouse on Mars tocando.
Nos anos 70 e 80, já no fim da vida, o cara surtou de vez. Morreu em 1988. Mas deixou as músicas eletrônicas mais bizarras e mais experimentais pra gente curtir e achar inovadoras até hoje.
O filme passou ontem e hoje. Não deve entrar em circuito. Mas as músicas de Bruce Haack podem ser encontradas, com alguma dificuldade - no Soulseek tem o 'Electric Lucifer', no site pessoal dele tinha as mp3 dos discos infantis. Vale a pena tentar achar. Conheci o som do cara numa coletânea da QDK Media e viciei.
* * *
É claro que a maratona de ontem não podia dar muito certo: espirros molhados, gripe, febre e trabalhos atrasados. Já vi que hoje vai ser dia de casaquinho de lhama, Banzai e sopinha, porque amanhã tem mais trabalho, mais filme e mais shows legais.
* * *
Aqui em casa os discos ainda têm lado A e lado B. Pois foi com o lado A do 'Space Oddity', do Bowie (o lado A vai da faixa-título até 'Janine', passando pela lindíssima 'Letter to Hermione') que protagonizei uma cena patética de descontrole emocional. Vai ser bonito assim no inferno, disco!
(e eu vou até lá, se necessário, para continuar ouvindo - creio, inclusive, já estar bem perto)

quinta-feira, setembro 23, 2004

Eu podia desejar a todos uma Feliz Primavera..

..mas é que minha cabecinha doente, nesta data, só consegue pensar nisso:
On the twenty-third day of the month of September
in an early year of a decade not too long before our own,
the human race suddenly encountered a deadly
threat to its very existence.
And this terrifying enemy surfaced,
as such enemies often do,
in the seemingly most innocent and unlikely of places.

E aí entram Crystal, Chiffon e Ronnette cantando 'Little shop! Little shop-a-horrors!', e o resto espero que vocês já saibam - a planta cresce, o dentista cobre a namorada de porrada, a planta se alimenta de sangue e carne humana e cresce mais, Seymour não sabe o que fazer, e este é um dos filmes da minha vida, claro.

* * *
E por falar em filme, já garanti meu ingresso de Coffee & Cigarettes, do Jim Jarmusch, que vai passar no Festival do Rio (tou há um ano falando desse filme, não dava pra não ver). Também já garanti o documentário dos Ramones, o documentário do Bruce Haack, o filme do Cole Porter e o dos Seres Imaginários. Não peguei nem o do Emir Kusturica nem os de ficção e do Sergio Leone da Cinemateca porque não estão liberados pra venda (as sessões de meia noite, este ano, estão impraticáveis pra mim).
* * *
Ok, LINDA NOTÍCIA de primavera
A dica foi do Sandro, sr. Beat Acelerado, Cavídeo, pizza de estrogonofe e outros lances divertidos afins: há música nova do Pixies na área. O petardo chama-se "Ain't that pretty at all", e é cover de um distinto chamado Warren Zevon, de quem eu nunca tinha ouvido falar até então, mas nada que o Soulseek não resolva. A música, na versão da minha banda do coração? FODAPRACARALHO. Podia tranqüilamente constar do Trompe Le Monde. É pra começar bem a primavera, que arregaça com trabalhos non-stop, festival de cinema, Brian Wilson em SP e muito mais..

quarta-feira, setembro 22, 2004

Bicho, tou virando Arauto das Más Notícias, né?
Mas, bem, o que eu posso fazer se não pára de morrer gente? Desta vez foi o Grande Gênio do Bom Cinema de Lazer, Russ Meyer, aos 82 anos muito bem vividos, ao que consta.
Ora, como assim você, amigo irmão fã de hotrods e chicks peitudas nunca viu nada do Mestre, que dirigiu pérolas como os clássicos 'Faster Pussycat! Kill1 Kill!', 'Mondo Topless' e 'Supervixens'?
Lori, Haji e Tura Satana saúdam o Mestre!
Esse curtiu e foi em paz.

segunda-feira, setembro 20, 2004

Porra
33 anos é muito cedo pra uma doença fatal.
E meu humor foi pro saco mais uma vez. Aliás, quarta vez em um ano, pelo mesmo motivo. Desse jeito vou acabar aprendendo a encarar morte como algo natural; que todo aquele mito em cima de um homem morto e com cara de sofredor está entranhado demais na minha criação para ser esquecido, mas ainda pode ser deturpado de alguma forma saudável, como, sei lá, arte; que sofrer ou orar por alguém que não existe (existiu, mas não existe mais, só em lembranças, certo?) é um absurdo; que o corpo falha, o de uns mais cedo, o de outros mais tarde.
Enquanto isso, essa semana começa o festival de cinema, agora sem a mais remota possibilidade de encontrar o Gigio na bilheteria.

domingo, setembro 19, 2004

Mantra
Eu não aprendo.
Eu não aprendo.
Eu não aprendo.
Há de chegar o dia em que aprenderei.
Mas por enquanto, eu não aprendo.
* * *
PLACE YOUR BETS NOW!!!
Depois de mais um sábado típico daqueles em que, do nada, surgem uns trabalhos cascudos pra ontem, e já prevendo que o domingo haveria de ser de recolhimento e disposição para encarar atentamente 200 páginas de resumos, pensei: quer saber? sábado à noite é isso aí mesmo: três programinhas curtinhos na tevê a cabo, Jorge Luis Borges enquanto o Soulseek não acabava de baixar 'El Baile Aleman', o disco do Señor Coconut só de versões mambo e cha cha cha de Kraftwerk (boa dica de um bom amigo) e cama.
Consegui finalmente ver 'Stripperella' e nem curti. Apesar de Stan Lee ser o tal, seus desenhos animados atuais são meio bomba - e não tem como esperar muito de uma personagem inspirada na Pamela Anderson.
Em compensação, veja bem, rachei o bico de rir de um quadro daquela porcaria daquele Mad TV, sacaneando 'Queer Eye For The Straight Guy', onde os Fab Five (bee, o Carson e o Kyan estavam sensacionais!) visitavam Michael Jackson. E eu já curto umas piadas em cima do Michael Jackson, que seria uma piada ambulante se não fosse tão doente. Dessa vez os caras da Mad Tv acertaram a mão. Ou será que passar o dia todo trancada em casa enfurnada em trabalho deixa as pessoas mais suscetíveis a se divertirem com qualquer merda? Vai saber.
Já Banzai, nem preciso mais comentar, a foto do sr. Sacaninha abaixo fala por si mesma:

Aliás, pra quem não tem Multishow e nunca viu o programa, aqui você pode baixar alguns dos quadros para assistir, e ver algumas fotos também. PLACE YOUR BETS NOW!!!
(na verdade é um site de asiáticos preocupados com a imagem que os ocidentais fazem deles na mídia, mas ei! alguém leva Banzai a sério??)

sábado, setembro 18, 2004

Paga pau
No site Alucináticos tá rolando um tributo bacana ao Little Quail And The Mad Birds. O link não está muito bem resolvido, depois que você ouve as faixas não tem como voltar para a página inicial do tributo (que por enquanto está em 'Paga Pau aqui!' na página inicial, mas deve logo passar para os arquivos) - mas ainda assim vale bem a pena clicar no link quantas vezes for preciso para abrir a janelinha do tributo e ouvir as versões que bandas como Super Stereo Surf, Capotones, The Feitos e até o Diego Medina junto com o Kassin fizeram do trio brasiliense formado por Zé Ovo, Bacalhau e Gabriel Thomaz, o Rei do Iê Iê Iê, que, ao lado de outro Bacalhau e da minha comadre Simone, tem sacudido o Rio de Janeiro com o conjunto Autoramas.
Aproveitem a rara oportunidade de ouvir esta coleção de sucessos, pois os discos do Little Quail já estão esgotados há tempos (menos o EP póstumo, que você pode encontrar com o Gabriel, é só seguir o link).
* * *
O Messias
O Paraguai é o paraíso/ lá tem tudo o que eu preciso
Vou comprar meu contrabando/ amanhã já tou voltando

Há uns dois anos atrás, lembro de ter saído com amigos e estava todo mundo deslumbrado com a tal da Sônia Rocha, aquela que "canta" Belo Lééééoooo.. Leonaaaaardo com sua voz peculiar e batidinhas de bolero que ninguém mais é capaz de reproduzir.
Pois estes pobres mortais desconhecem a fina arte de José Cláudio.
Quando Sônia Rocha nem sonhava em ser cantora, José Cláudio lançou o já esgotado e raríssimo "Vida de Viajante". Há uns cinco anos atrás, tive meu primeiro contato com a obra do mestre da falta de timing, da interpretação musical de quem está à beira da morte e das fabulosas letras nas quais vale qualquer coisa pra conseguir rima e vale estender qualquer sílaba até formar a métrica.
Até recentemente, a única prova que eu tinha da existência de José Cláudio era uma fitinha gravada de um cd pirata que apareceu do nada por aqui, e pela impossibilidade de ouvir fitas em casa, José Cláudio permanece cultuado por um seleto grupo de meia dúzia de cariocas e outros tantos catarinas e gaúchos que tiveram contato mais próximo com O Homem.
O cd "Vida de Viajante" e seus tecladinhos picaretas continua perdido no mundo, mas você já pode matar sua curiosidade e ouvir a demo 'voz, violão e ventilador' aqui.
(bem, você também pode não ouvir nada se não quiser)

quinta-feira, setembro 16, 2004

Resta um
Depois de Joey e Dee Dee, agora foi Johnny Ramone. Grande perda.
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Ainda sobre 'A Vila'
Por que eu gosto do Cocadaboa.
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